"Briga é coisa de vagabundo de rua, nós lutamos. Nosso esporte não é um combate mortal. Existem regras duríssimas e, durante a luta, a vida do atleta está em primeiro lugar."
"O MMA jamais pode ser confundido com briga. Sou atleta e estou preparado para lutar. Ganho para isso, inclusive. Sou um profissional, por isso ninguém me vê brigando na rua. Quero passar essa mensagem às crianças: não briguem na escola nem na rua. Vamos dar mais espaço para o respeito às diferenças do que para a violência. Precisamos ganhar esta luta."
"São muitos os fatores que levam alguém a procurar um sistema de defesa pessoal, mas geralmente o desejo por sensação de segurança tem influência no processo. (...) Além de aparelhar tecnicamente o cidadão para defender a si mesmo e seus entes queridos, nós também o preparamos psicologicamente. Ao conhecer os reais riscos aos quais está exposto e as formas de lidar com eles, a pessoa não só diminui a probabilidade de se tornar uma vítima, mas também de agir como um agressor."