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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Para mudar não basta só querer!

por Deborah Toschi*

Querer é poder! Ouvi essa frase várias vezes, mas, onde estaria o manual que explica a mágica que o meu querer faz para realizar tudo que desejo?! Não, a frase infelizmente não vem com o manual mágico. E daí entramos de peito aberto na vida como ela é, e, em meio a acertos e erros, vamos nos dando conta que querer não é poder.

Eu mesma quis muitas coisas na minha vida profissional, e digo que tudo que conquistei não foi só pelo meu querer apenas. Aliás, eu tive que lidar com o não querer de muitos. O não querer de alguns líderes em me dar uma promoção ou um novo desafio. O não querer de pessoas ao redor, que na verdade queriam 'puxar o tapete' e até puxaram. Pessoas da equipe que nem sempre queriam a mesma coisa que eu queria. Empresas que não me quiseram e não me aprovaram. Tudo isso a gente só aprende querendo, mas nem sempre podendo.

Agora a boa notícia é que podemos conquistar o que queremos através de aprendizados, disciplina, dedicação, persistência, superação e coragem. Esse é o cardápio básico, ok?! O menu completo seria extenso demais para escrever aqui.

Podemos desistir daquilo que queremos quando damos de cara com forças contrárias e até injustas na nossa trajetória. Dói! Sim, tive dias em que quis jogar a toalha e desistir do que acreditava, pois tentativas e decepções não faltaram. Mas, eu aprendi seguir em frente e entendi que o querer é parte do meu poder, no entanto, ele vem no pacote com outros elementos, pois sozinho não faz mágica não.

E se eu pudesse mudar a famosa frase querer é poder, eu substituiria pela questão: "por que você quer?" Por que você quer mudar de área, de emprego, de carreira, fazer outra faculdade, estudar outro idioma, tirar um ano sabático, empreender? Por quê?! E se prepara, será uma jornada enriquecedora de descobertas, pois quando você descobre os seus verdadeiros porquês aí meu amigo, ninguém te segura!

Uma coisa eu garanto, você terá que arregaçar as mangas, retroceder às vezes, acertar os passos, errar, acertar, quase desistir, mas insistir muito também e colher os frutos desse novo caminho.

Então, se você quer agir e não apenas reagir na sua vida profissional, conte comigo para ajudá-lo a dar os primeiros passos neste caminho!

*Coach de carreira e mentora para líderes e profissionais de RH.

SITE: www.capio.com.br 

terça-feira, 25 de julho de 2017

Opinião

"O que me inspira a pintar é a solidão. (...) O que me inspira é a tristeza, quando estou triste pinto muito melhor que quando estou feliz. (...) Geralmente dizem que quando estamos tristes os desenhos saem tristes, mas comigo é ao contrário, quando estou triste meus desenhos saem muito melhor que quando estou feliz. Quando estou triste minha pintura é mais linda, mas sou uma pessoa feliz."

Jill Bispo, artista plástica.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Outro Brasil

por José Pio Martins*

"Eu não quero morar em outro país. Eu quero morar em outro Brasil." Ouvi essa expressão em palestra do consultor Marcelo Karam, e ela me provocou várias reflexões. A recessão, a corrupção, o desemprego e a violência social são as causas mais citadas por pessoas que manifestam o desejo de ir embora do Brasil. O desencanto com o país é compreensível, pois nossas mazelas são graves e formam um quadro desolador que faz muitos perderem a esperança de melhorias no curto e médio prazo.

Tenho uma filha que atualmente mora e trabalha em Londres, depois de ter residido na Itália e na Alemanha, e isso me faz acompanhar de perto a Europa, principalmente a Inglaterra. Emigrar para Londres, cidade glamourosa e centro importante da história mundial, e lá viver é o sonho dourado de muitos. Mas, quando se tornam reais, os sonhos revelam seus espinhos. A Inglaterra, apesar das vantagens, apresenta vários problemas para o imigrante.
O país aderiu à União Europeia (28 países), porém, com mais oito países, não adotou o euro como moeda comum. No ano passado, o Reino Unido (Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales) decidiu se retirar da União Europeia, o que implicará mudanças na política de imigração na região. Três milhões de cidadãos da União Europeia vivem no Reino Unido e 1,1 milhão de cidadãos do Reino Unido vivem nos demais países da Europa. Os ingleses têm certa restrição aos imigrantes, aos quais gostam de reservar os empregos de menor remuneração.

A vida do imigrante na Inglaterra não é fácil. A maioria mora em residências pequenas e frequentemente é lembrada de que ele é imigrante, não cidadão nacional. Nas pequenas cidades, a hostilidade no mercado de trabalho é maior, e foi o interior que deu a maioria dos votos para aprovar o Brexit (a retirada britânica da União Europeia). O país é organizado, a violência urbana é quase nula, o povo é educado, as coisas funcionam e há muito que admirar na Inglaterra. Mas o imigrante é sempre um estrangeiro e, mais adiante, muitos podem ser instados a deixar o país.

O exemplo da Inglaterra mostra que ser imigrante em qualquer país nos tempos atuais não é exatamente uma coisa fácil. Uma coisa é o glamour, outra é a realidade. Para a maioria dos 207,2 milhões de habitantes do Brasil, a hipótese de ir embora do país não se coloca. A expressão "eu não quero viver em outro país; eu quero viver em outro Brasil" é apropriada e um bom motivo para sabermos que cabe a nós, sociedade e governo, construir outro Brasil, menos pobre, menos corrupto, menos violento e com melhores hábitos; um país onde morar seja seguro e onde se possa ter alegria de viver.

Muitos que manifestam o desejo de ir embora talvez tenham desistido do Brasil e não acreditam que verão um país melhor. A questão é que, apesar dos problemas, a maioria não irá embora, e o melhor é fazermos nossa parte e contribuir para melhorar a nação, superar a pobreza e reduzir o elevado grau de violência contra a vida. Aceitar passivamente a pobreza, o caos e a marca de 60 mil pessoas mortas por assassinato a cada ano não é razoável.

No plano pessoal, as crises e as derrotas produzem lições e nos ajudam a mudar para melhor. Resta saber se o Brasil, como sociedade, aprenderá algo com a tríplice crise atual (a econômica, a política e a moral) e será capaz de melhorar sua economia e as condições sociais. Só o tempo dirá.

*Economista e reitor da Universidade Positivo.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Opinião

"Sou biólogo e viajo muito pela savana do meu país. Nessas regiões encontro gente que não sabe ler livros. Mas que sabe ler o seu mundo. Nesse universo de outros saberes, sou eu o analfabeto. Não sei ler sinais da terra, das árvores e dos bichos. Não sei ler nuvens, nem o prenúncio das chuvas. Não sei falar com os mortos, perdi contato com os antepassados que nos concedem o sentido da eternidade. Nessas visitas que faço à savana, vou aprendendo sensibilidades que me ajudam a sair de mim e a afastar-me das minhas certezas. Nesse território, eu não tenho apenas sonhos. Eu sou sonhável."

Mia Couto, escritor, poeta, jornalista e biólogo.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Encare o medo de frente: transição de carreira tem dessas coisas!

por Deborah Toschi*

MEDO, isso mesmo! Toda transição de carreira passará mais ou menos pela fase do medo. Mudar dá medo, pois sair da zona de conforto, por vários motivos, nos incomoda.

A gente vai levando, vai deixando para lá, vai aguentando o "sapato apertado" mesmo que todos os dias a gente volte com calos nos pés por estarmos caminhando em uma trilha que nos esgota diariamente.

Daí vez ou outra pinta a Coragem, e ela nos aponta uma direção, uma possibilidade, um ânimo para sair daquele lugar, para fazer alguma coisa por nós, pois vale lembrar que estamos falando da nossa vida, certo?!

Mas, a gente insiste, insiste e resiste, pois tem o medo! O medo de não ser bom, o medo de não sermos capazes, o medo de não dar certo, o medo do que os outros vão pensar, o medo de não apresentarmos habilidades para isto, e por aí segue a lista imensa endossando com louvor os mais diversos motivos para ficar onde estamos.

Até que um dia alguma coisa explode! A gente explode, a situação explode, aquilo que era seguro explode, a nossa tolerância explode, a nossa paciência explode…

E geralmente quando a gente explode, ou seja, chegamos no nosso limite máximo, aí sim, nós resolvemos fazer alguma coisa efetiva por nós mesmos.

Paramos e pensamos que não dá mais. Neste momento muitos desistem, pedem demissão, fazem mudanças mal planejadas para outra empresa, viram a mesa e depois se arrependem, comprometem a saúde e etc.

 
Nesta hora quando se explode o MEDO sai correndo, pois ele não quer se comprometer com suas escolhas, certo? Aquilo que você acha que é coragem quando toma uma atitude em meio a explosão, não é. Decisões que são tomadas em situações de explosão e limite não são atos de coragem, e sim, de esgotamento.

Sendo assim, que tal evitar muitas destas situações e encarar seus medos de frente?! Medo paralisa, enfraquece e sabota. Este tipo de medo não é medo saudável, ok?! Pense nisto! Você pode até achar que este medo está te preservando, mas fique ligado, não é bem assim.

Se por algum motivo o seu sapato já está apertado e gritando para que você faça algo pela sua carreira, pelo seu desenvolvimento, pelo seu crescimento profissional, avalie cada medo e cada um dos seus sabotadores. Utilize o seu autoconhecimento como maior ferramenta, busque um processo que te auxilie a olhar para tudo aquilo que você tem como potencial para traçar uma estratégia inteligente que te auxiliará no seu processo de transição ou melhoria profissional.

Se você olhar a sua história com certeza vai lembrar que nem todas as suas decisões de mudança estavam preenchidas apenas de coragem, tinha medo também, mas ele não paralisou.

Use a sua coragem, a sua determinação e o seu planejamento para fazer diferença nas suas escolhas!

Conheça-te a ti mesmo como já dizia o filósofo Sócrates. Encare os medos de frente, e mostre quem manda! Ele não deve ser o piloto da sua vida, pois quem dá a direção é você!

*Psicóloga e coach certificada pelo ICI - Integrated Coaching Institute. Sócia-Diretora da CAPIO Desenvolvimento Humano, especializada em Coaching de Carreira, Vida e Mentoria.
 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Opinião

"De certa maneira, sou um antropólogo da visualidade. Mas agora sinto falta de ir além das formas, para tentar entender quem são as pessoas que fotografo. Hoje, embora me sinta jovem na cabeça, não sou mais tão jovem na carne. Se ainda tivesse tempo, gostaria de estudar psicanálise, para ir mais longe. A imagem já não me basta."

Walter Firmo, fotógrafo.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Opinião

"Faz bem para um cara ansioso como eu encarnar tipos cheios de si nos sets, seja um psicopata, seja um mágico. (...) É quase uma piada, considerando o medo de palco que eu tenho. Mas são personagens assim que me ajudam a superar minhas fobias. Quando finjo ser confiante, engano a mim mesmo por um tempo, o que me permite baixar a dose de meu ansiolítico."

Jesse Eisenberg, ator.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Opinião

"Se moralizar o humor é impossível, deixemos em paz o território do politicamente incorreto. Talvez haja mais serventia em uma piada de mau gosto que joga luz em sentimentos intolerantes e provoca o debate do que aquela que permanece confinada dentro de nós. Em vez de proibirmos todas as piadas ofensivas, por que não tiramos proveito do que elas podem revelar sobre quem está rindo delas?"

Maurício Rizzo, ator e roteirista.

Opinião

"Atualmente, acredito que exista o que chamo de motivação 3.0. Os trabalhos estão mais conceituais e os pensamentos, mais sofisticados. As pessoas querem poder dirigir a própria vida, ver um sentido no que fazem e aprender algo que para elas valha a pena."

Daniel Pink, escritor.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Opinião

"Só existe uma forma de ser bom: dedicar-se com amor ao que se faz. (...) Se quiser ser igual aos campeões, treine como eles por cinco anos. Se suportar, talvez se torne um deles."

Gui Pádua, p
araquedista e basejumper.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Como agir na procura por um novo emprego

​Diante da atual situação econômica do país, o número de demissões aumenta em massa todos os meses. Atualmente o número de desempregados no Brasil atingiu 9,1 milhões, um aumento de 41,5% em comparação com 2014, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
Partindo dessa estatística, a coach Madalena Feliciano, da Outliers Careers, separou quatro dicas para os desempregados não perderem o foco na busca por um novo emprego. Segundo ela, "procurar emprego não se resume em enviar currículo às empresas, mas sim ter motivação para conquistar a vaga. O candidato precisa se convencer de que quer a oportunidade e a empresa deve confiar na procedência do trabalho".

1. Mantenha-se ocupado sem perder o foco - Em casos de desemprego é importante pensar em uma segunda opção logo em seguida, ou seja, procurar um outro emprego que se encaixe nas suas formações ou que sejam da área que já trabalhou e domina. Por isso, quanto mais habilidades presentes no currículo, maiores são as chances de o candidato conquistar a vaga. "O ideal é que a pessoa que busca um novo emprego procure se especializar, fazer cursos, aulas online e gratuitas que contribuem na perspectiva de encontrar um novo emprego", indica Madalena.

2. Não negligencie suas redes sociais - Estar desempregado não é desculpa para manter-se desatualizado sobre o mercado de trabalho. Assim como as redes sociais. Os empregadores têm várias formas de analisar os candidatos e uma delas é vasculhar os perfis no Facebook, Twitter e Instagram, por exemplo. Portanto, mantenha-as todas atualizadas.

3. Saia da sua zona de conforto - Se você não está aberto a possibilidades fora da sua área principal de interesse, provavelmente terá muito mais trabalho para encontrar outras oportunidades de ingressar no mercado de trabalho novamente. Não limite as suas opções de buscas, procure também por outras vagas que não sejam da sua área de atuação, mas que podem servir de ponte para encontrar outras vagas.

4. Mantenha-se positivo - Por fim, mantenha-se confiante. O otimismo ajuda muito quando se está desempregado, pois impulsiona a acreditar em si mesmo. Esse período de entrevistas e envio de currículos pode trazer felicidades e também decepções, e nesse momento é preciso acreditar no seu potencial e continuar tentando. "Manter-se positivo durante as buscas é fundamental para que você alcance o sucesso", finaliza a coach.

FONTE: Outliers Careers / Toda Comunicação

terça-feira, 5 de abril de 2016

Opinião

"É preciso pensar como se nós não fôssemos morrer nunca e agir como se nós fôssemos morrer amanhã. Ou seja, nossos pensamentos têm de ser sempre de longo prazo e nossas ações têm de olhar para o curtíssimo prazo. Colocar a máxima energia nas ações, querendo resultados imediatos, mas sempre olhando muito para a frente."

Francesco Renzetti, CEO da AlmavivA.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Dicas para não enlouquecer no trabalho

Com as demandas urgentes do dia a dia é importante saber lidar com as diversas situações no ambiente de trabalho. De acordo com a coach Andreia Rego, um dos pontos principais para reduzir os problemas é a manutenção do equilíbrio emocional, com intuito de comportar-se adequadamente às exigências do gestor, por exemplo, ou da área de atuação.
 
A fim de superar obstáculos, conflitos internos e até relações interpessoais ruins, a profissional elaborou seis dicas para não enlouquecer em alguma dessas situações:

1. Evite descontroles

"Quando o colaborador perceber que está estressado por algum motivo, a ponto de surtar, é válido procurar o líder direto para, quem sabe, acordar uma folga, alguns dias de férias, uma liberação mais cedo do trabalho, pois é fundamental identificar os sintomas físicos e emocionais, e até aonde vai o seu limite". Assim, ser verdadeiro consigo e com o líder possibilita uma melhor compreensão do que está sentindo e a relação direta se torna mais próxima. Em contrapartida, o líder também deve ser solidário e ajudar, dentro do possível. Se este já detecta no indivíduo sinais de perturbação, irritação ou distúrbios, pode buscar o diálogo e oferecer algum tipo de apoio.

2. Saiba dizer "não"

Conhecer seu processo diário e atividades traz mais segurança para definir o que é ou não possível em um determinado momento. “Se a todo o tempo só se diz sim, há grande chance de também se desenvolver uma irritação interna, pois, no final, perde-se a noção de prioridade e não se dá conta de todas as tarefas”, afirma a coach. Dizer sim querendo dizer não pode causar acúmulo de estresse, de acordo com a frequência que ocorra.

3. Saiba realizar pausas

Parece banal, mas é importante levantar-se por cinco ou dez minutos para tomar um café, uma água, movimentar as pernas, observar a vista da janela ou até mesmo conversar com quem se gosta. Essas pequenas ações causam alívio, reduzindo o grau de exigência, inclusive, consigo mesmo. Há sempre coisas bacanas disponíveis para se apreciar ao longo dos dias e que passam despercebidas se não houver pausas durante uma atividade e outra.

4. Respeite a mente e o corpo

Fazer atividades físicas frequentes, ter hobby, encontrar amigos renovam as baterias e alimentam a alma. Além disso, praticar respiração e meditação também contribui na oxigenação do cérebro, aliviando a pessoa de estresse e trazendo bem estar.

5. Não seja super-homem ou mulher-maravilha

"Compreender seus valores, sua missão, suas crenças positivas, pontos fortes, qualidades é vital para definir sua essência e no que você precisa realmente seguir adiante", diz Andreia. É importante ficar claro que você é um ser humano e não deve abraçar tudo a qualquer custo.

6. Não reclame tanto

Já ouviu aquela frase "quem muito reclama, pouco faz"?. É comprovadamente improdutivo reclamar de tudo e de todos. "Quando reclamamos não percebemos as oportunidades e soluções. É preciso, antes de mais nada, olhar para o lado positivo da questão", comenta a coach. Se as coisas não estão bem, mude. A principal mudança deve vir de você mesmo.

Se o ambiente de trabalho não agrada ou é hostil, se não há motivação para continuar em um local onde você não é ouvido e tratado com respeito, crie alternativas, construa seu caminho, abrindo portas para novidades. "O novo acontece quando se busca por soluções e por uma vida que seja realizada", finaliza a coach.

SERVIÇO: Andreia Rego, psicanalista e coach de desenvolvimento humano

SITE: 
http://coachandreiarego.com.br/

FONTE: Toda Comunicação

quinta-feira, 17 de março de 2016

Opinião

"Desabafar em um momento de crise pode acalmar demais a mente. A pessoa que guarda muito os problemas para si pode ocasionar um desgaste mental e desencadear doenças, como a depressão muitas vezes. (…) A crise deixa as pessoas muito vulneráveis, fazendo com que elas percam a esperança. Nem sempre as pessoas têm condições de ir a um psicólogo, mas podem desabafar com um amigo ou para algum conhecido, o que já ajuda a melhorar."

João Alexandre Borba, psicólogo.

domingo, 13 de março de 2016

Opinião

"O amor transforma a sociedade. Falo de um sentimento puro, genuíno e de boas vibrações entre as pessoas."

Xê, músico.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Opinião

"Um escritor (…) é uma pessoa como outra qualquer. Pode ter mais audiência, terá mais oportunidade de usar a palavra diante do maior número de pessoas do que os amigos a conversarem num bar, mas não atribuo nenhuma missão especial ao escritor, mas ao cidadão sim, à cidadã sim, tem que estar atenta ao outro, porque estamos num mundo partilhado. O que acontece ao outro diz-me diretamente respeito. Tudo é o outro."

Helia Correia, escritora.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Dinheiro traz felicidade?

por Leide Albergoni*

Angus Deaton, professor da Universidade de Princeton, foi agraciado com o último Prêmio Nobel de Economia, por seus estudos sobre consumo, poupança e desenvolvimento econômico. Com extensos estudos sobre o comportamento dos indivíduos, os trabalhos de Deaton trouxeram mudança na forma como os estudos sobre pobreza e desigualdade podem ser conduzidos, já que demonstraram que o nível de consumo, poupança e percepção de bem estar são diferentes de acordo com o nível de renda, idade e país.

Deaton afirma que o padrão de vida nunca esteve tão bom quanto atualmente, mas que ainda há muita desigualdade econômica. Todavia, o autor destaca que as medidas de desigualdade deveriam variar de acordo com a região e momento histórico, já que as pessoas lidam de forma diferente com sua realidade. Assim, é difícil comparar pobreza entre diferentes regiões do mundo, ou momentos históricos.

O professor estudou a percepção de felicidade e bem estar dos indivíduos em relação à renda: embora com níveis de renda muito destoantes, a sensação de felicidade do brasileiro está na mesma faixa dos Estados Unidos, Canadá e alguns países europeus. Então dinheiro não traz felicidade? Quando se analisa as diferenças em um país, a felicidade está sim relacionada com o nível de renda, o que significa que um brasileiro rico é mais feliz que um brasileiro pobre. Porém, a felicidade aumenta somente até certo nível de renda, permanecendo estável a partir de então. No caso dos EUA o autor conseguiu chegar a um valor: US$75 mil, mas para países em desenvolvimento, como o Brasil, seria em torno de US$30 mil.

Pelos trabalhos de Deaton pode-se inferir que a sensação de felicidade depende da satisfação com a condição de vida dos indivíduos, isto é, seu padrão econômico e renda, mas é fortemente influenciada pelas expectativas sobre o futuro. Ele mostra que embora os Chineses sejam insatisfeitos atualmente, são otimistas em relação ao futuro dos filhos, enquanto que os europeus estão satisfeitos, mas pessimistas. Esse otimismo está relacionado com as taxas de crescimento do PIB, isto é, qual é o potencial de melhora do padrão de vida.

A crise atual nos faz refletir sobre essa relação: embora nosso padrão de vida esteja melhor do que há 10 anos, talvez nossa satisfação com a vida não esteja no mesmo nível, já que naquele período as perspectivas sobre a economia brasileira eram melhores do que as atuais. Os trabalhos de Deaton trazem mais perguntas que respostas, mas uma leitura geral nos indica que apesar do crescimento econômico ser fundamental para a melhoria de qualidade de vida da população, a sensação de bem estar e felicidade dos indivíduos pode ser influenciada pelas expectativas sobre o futuro do país, o que em nosso contexto atual exige definições políticas e econômicas para reduzir as incertezas sobre os rumos do país.

*Economista, professora e escritora.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

6 dicas de marketing pessoal

1. Seja uma pessoa bem humorada e otimista, alguém que as pessoas desejam estar perto.

2. Saiba trabalhar em equipe, administrar conflitos e influenciar os outros pelas ações, não somente pelas palavras.

3. Respeito, honestidade, fidelidade, gentileza e humildade nunca fizeram mal a ninguém – invista nessas características.

4. Prometeu: cumpra. Simples assim. Pessoas de palavra, confiáveis e responsáveis são muito valorizadas no ambiente profissional e pessoal.

5. Reconheça seus pontos fracos e seus pontos fortes – sempre trabalhando para melhorá-los;

6. Utilize a internet a seu favor: cultive seu networking, dando sempre feedback para seus colegas, mantendo-se atualizado nas redes sociais e profissionais, deixando o currículo sempre em dia, checando e-mails e mostrando que está sempre antenado com os acontecimentos do mundo.

FONTE: Outliers Careers

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Opinião

"Gratidão pode e deve ser cultivada sempre. Não há contraindicação! Cada hora, dia, semana, mês, há possibilidades infinitas de aprender algo, de superar algo, de ensinar algo. Exercer essa gratidão faz bem para a mente, o corpo e a alma, além de fazer com que a saúde emocional se renove. Por isso, por meio do agradecimento, é possível recarregar as baterias para seguir com confiança, força e vitalidade ao longo do ano. (...) Se você realmente deseja começar um 2016 próspero, agradeça! Tudo tem um propósito de ser e existir, nada chega por acaso. Você é capaz de mudar o que quiser, inclusive, de ter uma vida mais saudável e feliz."

Andreia Rego, psicanalista e coach.
 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Opinião

"A arte pode levar o homem de um estado de fragmentação a um estado de ser íntegro, total. A arte capacita o homem para compreender a realidade e o ajuda não só a suportá-la, como a transformá-la, aumentando-lhe a determinação de torná-la mais humana e mais hospitaleira para a humanidade. A arte, ela própria, é uma realidade social. A sociedade precisa do artista, este supremo feiticeiro, e tem o direito de pedir-lhe que ele seja consciente de sua função social."

Ernst Fischer, jornalista e escritor.