sábado, 11 de outubro de 2014

Opinião

"A sustentabilidade desperta para benefícios em várias dimensões: desde os mais nobres, desde a melhoria na condição humana, a preservação dos recursos naturais, até os mais práticos e rentáveis, como a redução de custos, o reconhecimento institucional, o relacionamento com os mercados e a melhoria dos processos."

Rosa Alegria, especialista em Sustentabilidade e em Prospectiva Estratégia, mestre em Estudos do Futuro e pesquisadora do Projeto Millennium (rede global de pesquisadores que estudam os 15 desafios globais).

Opinião

"Aos 40, a pessoa tem muito mais experiências profissionais e pessoais e isso é preciosíssimo no empreendedorismo digital. Com tamanha bagagem, a pessoa pode desenvolver um infoproduto, escrever e-books, dar palestras, treinamentos, etc., tudo isso através da internet. (…) As pessoas hoje em dia estão cada vez mais buscando qualidade de vida. Elas querem ficar próximas da família, ter mais tempo para viajar e poder trabalhar de qualquer lugar do mundo. Para quem já está um pouco cansado do mundo corporativo, do trabalho formal, o empreendedorismo digital cai como uma luva."

Alan Pakes, fundador do Congresso Nacional de Empreendedorismo Digital.

Opinião

"Ao mesmo tempo em que vem crescendo, no Brasil, apesar dos obstáculos, o acesso à internet e às novas plataformas, não demos conta de uma agenda que é do século passado, mas continua atual, que é a da democratização dos meios de comunicação e da quebra da concentração da propriedade no setor."

Bia Barbosa, jornalista, integrante do Coletivo Intervozes e da Executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.

Opinião

"Os resultados do primeiro turno das Eleições 2014 infelizmente demonstram que o Brasil não avançou na equidade e representatividade na política. Negros(as), mulheres, indígenas e jovens continuarão sub-representados nos próximos 4 anos no Congresso Nacional. (...) Isso pode ser explicado por um conjunto de fatores que interferem no voto: desde o financiamento privado de campanhas, que geralmente são canalizados para candidatos homens, brancos, com maior poder aquisitivo e que acabam por ter mais tempo de exposição na mídia; até a própria discriminação do eleitor em relação a determinados perfis, dado que ainda não superamos o racismo e o sexismo em nossa sociedade."

Carmela Zigoni, assessora política do Inesc - Instituto de Estudos Socioeconômicos.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

EAD Corporativa: gamificação é aliada para engajar colaboradores

por Nilson Filatieri*

Tradicionalmente associados à diversão, lazer e entretenimento, os jogos de videogame também servem de inspiração para incentivar o engajamento em aprendizados, tanto na vida profissional, como na acadêmica ou pessoal. Essa é a proposta da gamificação, que utiliza recursos dos games, como as disputas por lideranças, reconhecimentos de habilidades, entre outros, para a motivação da absorção de conhecimentos em diversas áreas.

Apresentada pelo mercado de tecnologia e incorporada na educação à distância, a novidade visa incentivar o aprendizado com elementos dos games para estimular nas pessoas comportamentos para a obtenção de resultados mais eficazes. Os programas de fidelidade, por exemplo, estimulam acumular pontos que podem ser trocados por prêmios; nesse caso, a gamificação trabalha estímulos, como ação e recompensa – onde quanto mais pontos se conquistam, melhores serão as recompensas que poderão ser obtidas a partir deles.
 
Fonte: Divulgação / freedigitalphotos.net

Quando se trata do segmento corporativo, a gamificação é recomendada para a potencialização do engajamento de colaboradores. Isso porque ela é utilizada para tornar os conteúdos de treinamento mais atraentes para quem está se capacitando e estimula uma competição saudável. O segmento, costumeiramente tomado por altas taxas de desistência, está se beneficiando da gamificação, que propicia interações e feedbacks positivos aos alunos, além de incentivá-los a concluírem seus estudos por meio de estratégias como bonificações online e até mesmo concorrências com outras pessoas da empresa inscritas nos mesmos cursos.

Associadas as atividades de aprendizado e treinamentos, as técnicas aumentam em até 50% as taxas de engajamento e, dessa forma, todos são impactados por seus benefícios – os alunos, por aprenderem mais com tempo reduzido e os líderes de treinamento, por atingirem seus objetivos. Estratégias de gamificação como rankings semanais, trilhas educacionais e testes de domínio das áreas de conhecimento, em que os alunos sejam premiados de acordo com assuntos que dominam, são indicadas para os treinamentos corporativos.

A quem se destina

Empresas de todos os portes podem fazer uso da técnica para gerar mais resultados. O ideal é que as empresas de pequeno porte utilizem técnicas offline – como, por exemplo, murais públicos, placas de funcionários do mês etc, pois os investimentos serão menores, assim como a quantidade de alunos. Já as marcas de médio e grande porte, que possuam diversas unidades, com maior número de colaboradores, podem abusar dos meios digitais, como intranets e ambientes de treinamento online para incentivar seus colaboradores a concluírem os cursos corporativos. Quando alinhados aos meios de comunicação das empresas, os elementos da gamificação são potencializados.

As lógicas dos jogos em benefício da sociedade deverão movimentar US$ 5,5 bilhões no mundo todo até 2018. Suas diversas funcionalidades, como gestão de pessoas, incentivos de aprendizados e transmissão de conhecimentos podem beneficiar pessoas das mais diversas faixas etárias, além de propiciarem respostas instantâneas e participações voluntárias em técnicas de engajamento.

*Engenheiro e fundador da startup EadBox.
 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Opinião

"Agora, finalmente, estou tentando me dedicar a viver, simplesmente. Inclusive abrindo mão de fotografar em muitas ocasiões, porque preciso ouvir, ver sem a mediação de um instrumento, ficar em silêncio, fechar os olhos... Descobri que essa é também uma forma de ser fotógrafa e fazer fotografias."

Paula Sampaio, fotógrafa.

Opinião

"A minha vida é um road movie. Aliás, a vida de todo mundo, não? Tem de se estar sempre em movimento. Cada um trabalha com a sua realidade, não é?"

Jorge Bodanzky, cineasta.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Quem não tem competência não se estabelece

por Claiton Fernandez*

O mercado está à procura de profissionais que saibam usar suas habilidades e competência em prol do crescimento e de novos resultados da organização.

O mundo dos negócios é imponente: não adianta ter carisma, conhecimento, diplomas e mais diplomas, se o profissional não tem a capacidade de colocar em prática tudo aquilo que aprendeu. Atualmente, a máxima "quem não tem competência não se estabelece" é cada vez mais próxima da realidade.

O advento da tecnologia da informação e o crescimento assustador da concorrência, fizeram com que os profissionais passassem a se desenvolver e buscar o aprimoramento cada vez mais. É de suma importância que o profissional produtivo e gerador de resultados, coloque à disposição da organização em que atua seu conhecimento e todo poder de ação, agindo sempre com o intuito de vencer os desafios estabelecidos.

É preciso compreender, também, que hoje em dia as organizações necessitam de pessoas que estejam aptas a usar suas habilidades em diferentes áreas. O profissional competente é aquele que não recusa desafios e sabe encarar de frente as mudanças iminentes.

Entender as profundas mudanças pelas quais passa o mundo dos negócios e o mercado de trabalho é fundamental para a sustentabilidade e o crescimento profissional.

Abocanhar as melhores oportunidades que se apresentam exige significativas doses de coragem, disciplina, visão de mercado e tomadas de decisões inteligentes. Agindo dessa maneira, o futuro de todo o profissional poderá ser promissor, aliado à busca incessante do desenvolvimento de habilidades e competências.

Uma pessoa tem mais condições de se estabelecer naquilo que deseja empreender, se for capaz de mobilizar seus conhecimentos para agir diante das inúmeras situações que se apresentarem na sua área de atuação. É necessário estar preparada para dar informações e respostas ágeis sobre os mais diversos temas do seu ambiente interno ou externo.

Neste mundo competitivo dos negócios, a realidade exige cada vez mais dos seus atores, pois os processos mudam rapidamente, a tecnologia fica obsoleta e a globalização é cada vez mais compartilhada e comoditizada.

Afinal, se hoje existe um grande parâmetro para se avaliar a capacidade e a obtenção de resultados satisfatórios, em qualquer ramo de atividade, este é reconhecidamente chamado de competência.

*Palestrante, consultor, escritor e educador.
 

Opinião

"Não sou fotógrafo, não me interessa a fotografia de arte. O que me interessa são assuntos relevantes. A fotografia, para mim, é uma ferramenta."

André Liohn, fotojornalista.

Opinião

"A ficção científica é o melhor gênero para retratar o mundo de hoje, porque você pode dizer 'se continuarmos a agir assim onde iremos parar?' E é daí que todos os romances distópicos partem. Teoricamente, falam do futuro, mas estão retratando o comportamento atual e contínuo."

Hugh Howey, escritor.