quarta-feira, 5 de abril de 2017

Opinião

"É fácil aceitar o que desde criança te ensinaram que é errado. Difícil é, quando adulto, entender que te ensinaram errado o que desde criança você suspeitou que fosse correto. Em outras palavras, se você se enquadra em algum cujos estímulos do meio lhe determinaram certo comportamento, fazendo com que estivesse à mercê de crenças já providas e bem estabelecidas em dogmas e rituais, com uma massa concentrada de pessoas nela; ou permitindo-o ficar no conformismo, aceitando o conceito de felicidade e de sentido da vida embutido pela mídia e pela sociedade, então claramente você faz parte do caminho fácil para a busca da verdade absoluta. Acaso se enquadre na segunda opção, ou seja, aquele que suspeitava de todo conjunto de crenças que lhe foi enraizado, então este tem tudo para ser um investigador da veracidade nas coisas ao seu redor, entrando em um caminho mais complicado, no qual uma minoria se arrisca ou enfrenta com bravura."

Bruno Borges, estudante de psicologia e escritor.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Opinión

"Creo que nosotros, los periodistas, se encuentran en medio de una guerra para llamar la atención sobre lo que sucede hoy en día en Internet. Tenemos que encontrar maneras de hacer que descubran nuestro contenido. Si no somos capaces de elegir el formato, nadie va a leer. Es cruel pero es la forma en que funciona el Internet. tenemos que encontrar la manera de ser único y relevante ".

Delia Rodríguez, periodista, especializada en internet y managing editor en Univision Digital.

Opinião

"Tem gente que argumenta que essa era da informação veloz mata a reflexão porque é tudo muito imediato. Eu não acho. A reflexão é essencial e por isso ela vai ser sempre valorizada. O que acontece é que nós jornalistas precisamos nos disciplinar para fazer análises cada vez menos prolixas, arrogantes. É preciso ser mais direto, didático e não um didatismo que menospreze a inteligência, mas que dê a mão para a pessoa e mostre porque aquilo tem importância. Isso tem tudo a ver com as redes sociais e a informação na era digital porque prevê o diálogo. Se você não estiver aberto a isso você vai ser irrelevante."

Renata Lo Prete, jornalista.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Saiba o que esperar de um bom coach

A atuação do coach pode ser comparada com um personal trainer, da mesma forma que este profissional, ele é responsável por lapidar o corpo, mas não o corpo físico e sim o lado intelectual, seu objetivo é incentivar profissionais a alcançar seus desejos com resultados concretos.

O diferencial de um bom coach é a atitude positiva e de total apoio a seus clientes durante uma fase de seu trabalho, "Características incentivadoras são importantes quando o profissional atua em uma pequena empresa", conta a coach Luciane Cadan.

É comum funcionários não gostarem de alguns puxões de orelha para salientar algumas mudanças, quebrar este hábito se torna um grande desafio para empresa, neste momento que entra a presença do coach.
 
Entusiasmo, honestidade e inúmeras estratégias diferenciadas podem provocar melhorias eficazes e uma evolução considerável no destaque de produtos e clientes.

Para conquistar bons resultados um coach necessita de metodologias adequadas, é preciso ter uma formação sólida e a capacidade de atuar em equipe, fatores como este são indispensáveis para palestras e orientações.

Para alcançar qualquer objetivo que seja é necessário ferramentas adequadas. "Vale relembrar que a função do coach não é dizer ao cliente o que fazer, mas sim diferenciar seu nicho dos demais", complementa Luciane.

Este profissional da vida tem por objetivo trazer caminhos distintos para que os problemas sejam solucionados de forma rápida e plena, evitando dificuldades desnecessárias e superando expectativas.

Fonte: Agência Caro - Comunicação Empresarial

Opinião

"Sempre se fez design. Os primeiro habitantes da Terra que faziam lanças ao lapidar uma pedra fizeram design. A roda que veio muito depois também é. A roupa projetada para se agasalhar do frio é outro exemplo. O termo é recente e data da revolução industrial. (...) Os desenhos das caças dos antílopes nas cavernas podem ser infográficos também. Alguém ensinando a outros como caçar. Os ideogramas chineses são, na verdades, peças de design. Eles simbolizam coisas. Se você pular no tempo, os emojis, por exemplo, não são uma novidade contemporânea. É uma linguagem atual, mas que não vai substituir as outras. É apenas mais uma. Todas as linguagem somam-se."

Felipe Taborda, designer.

Opinião

"Não existe o porquê de sermos únicos no universo. Mas, procuramos e não achamos nada de orgânico no nosso sistema ainda. (…) Isso é pouco provável [contato com extraterrestres] devido às distâncias e pelo fato de as civilizações passarem por processos de evolução diferentes. Mas, não é impossível. Afinal, nada aponta que nós somos únicos no universo e iguais a outros tipos de vida."

Duilia de Mello, astrônoma, pesquisadora do Centro de Voo Espacial Goddard da Nasa e vice-reitora da Universidade Católica de Washington D.C. (EUA).

segunda-feira, 6 de março de 2017

Opinião

"A fragmentação da mídia foi acelerada com o uso do celular, dando lugar a um número crescente de plataformas de distribuição, a maioria delas redes sociais. Cada uma delas tem um formato próprio para publicar conteúdo e contar histórias. Como provedores de conteúdo digital, estamos empenhados em criar conteúdo em escala que seja relevante para o nosso público e para sua plataforma escolhida. (...) Quando audiências interagem e compartilham conteúdo nessas plataformas sociais e mobile, elas efetivamente o fazem como uma forma de expressão de sua identidade, valores e interesses."
 
Rafael Urbina, CEO do Vix.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Países mais perigosos para a imprensa em 2016

Foto: Divulgação / Mídia Ninja
1. Iraque

2. Síria

3. Afeganistão

4. México

5. Iêmen

6. Guatemala

7. Índia

8. Paquistão

9. Turquia

10. Brasil


Fonte: Abert

Opinião

"Ninguém desafia a natureza. Não existe esse desejo, essa ambição, essa burrice. A imprevisibilidade do meio atemoriza mas também fascina. E diante das forças inesperadas do mar, é preciso negociar com o vento, as ondas, o medo. (...) Não gosto de sofrimento, nem da palavra aventureiro. Adoro a experiência de viajar, de conhecer. (...) Não gosto de problemas, de situações dramáticas. (...) Gosto de soluções eficientes que sejam confiáveis ao longo do tempo, e atendam nossas menores indagações. É nos detalhes, que muitas vezes ignoramos ou não percebemos, mesmo estando diante dos nossos olhos, que reside a diferença entre um projeto que dá certo e outro que não obtém êxito."

Amyr Klink, navegador, explorador, escritor e palestrante.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Opinión

"Yo soy muy abierta, no me encasillo. Lo que más me gusta es que si algo ayer no me gusto, que mañana me encante porque quiere decir que hay una evolución. Yo creo que una persona creative no puede tener prejuicios porque si no somos permeables y no somos abiertos no evolucionamos. (...) Es mi naturaleza y estoy siempre mirando lo novedoso, no me cierro a nada."

Mónica Melhem, arquitecta e interiorista.