terça-feira, 23 de abril de 2013

Opinião

"Devíamos começar a pensar de onde viemos e se isso é absolutamente o que pretendemos, nos transformar em seres consumistas. O único atributo que o homem tem é o de poder pensar. Acho que essas são as coisas que devemos, ao menos na arte."

Gustavo Alamón, pintor.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Opinion

"It’s unrealistic to think that the future of humanity can be achieved only on the basis of prayer, what we need is to take action."

Dalai Lama.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

As mídias sociais e o fim do e-mail


por Acácia Lima*

Dois amigos, Eva Williams, responsável pela criação do Blogger, e Biz Stone, seu companheiro na Google, após uma rápida e infrutífera sociedade na Odeo, perceberam que era comum vários amigos trocarem e-mails cujo “assunto” levava toda a mensagem que queriam transmitir. Alguma coisa como “confirmado almoço hoje” e “pizza em casa no domingo”.

Foi assim que Evan Williams e Biz Stone, acompanhados por Jack Dorsey, decidiram criar um serviço de troca de status parecido com o SMS dos celulares, com mensagens curtas e diretas, só que pela internet. Após cinco meses testando o pré-Twitter, o aplicativo foi lançado oficialmente em agosto de 2006. Hoje, com quase 300 milhões de usuários espalhados pelo mundo, podemos dizer que a rede de microblog teve fundamental importância na mudança dos rumos da nova comunicação.

O impacto na agilidade da informação foi tamanho que em 2008 já se falava no fim do e-mail, e com data marcada. A Atos Origin, empresa de TI (Tecnologia da Informação), que emprega 50 mil funcionários, acredita e aposta no fim do e-mail interno até 2014. A pesquisa "Mundo Digital, Vida Digital", realizada pela TNS Global em novembro de 2008 com 27 mil internautas de 16 países, concluiu que as pessoas gastavam, já na época, 30% do tempo livre na internet. Deste período, eram gastos de 5 a 20 horas por semana para a leitura e respostas de e-mails.

Com o surgimento de novas redes sociais, especialmente o Facebook, a troca de mensagens, felicitações e contatos comerciais passou a ser mais habitual do que com o e-mail. Quem nunca enviou um e-mail para um amigo e só obteve resposta quando postou no mural do Facebook? Com a facilidade de acesso por meio dos smartphones e com a informalidade típica das redes sociais, a comunicação ficou mais ágil e direta, aproximando pessoas de diferentes níveis sociais, econômicos e profissionais. A facilidade é tanta que o envio de currículos já é feito via LinkedIn e o empregador pode analisar o candidato por meio das redes, antes mesmo da entrevista.

Que futuro terá nossa comunicação, não sabemos. O que sabemos é que, de uma forma ou de outra, a comunicação humana continuará existindo e evoluindo. Desde o hieróglifo, há 5 mil anos, tentamos registrar nossas ideias e sentimentos e seguiremos nessa caminhada. E não há uma maneira "mais nobre" do que outra: tudo é comunicação, uma tentativa de chegar ao outro. Se não é possível por carta ou pessoalmente, que seja por uma tuitada.

*Jornalista e diretora da YellowA, agência especializada em mídias sociais.

SITE: www.yellowa.com.br

domingo, 31 de março de 2013

Opinião

“É fundamental que o tradutor seja um leitor voraz nos idiomas que traduz e nos que lê para traduzir. É isso que dará a ele repertório, vocabulário amplo, capacidade de perceber as sutilezas e armadilhas dos idiomas. (…) Deve ser alguém muito bem informado e curioso - sobre notícias do mundo, artes, negócios ou qualquer área de conhecimento na qual deseje traduzir. E deve escrever muito bem a língua-alvo.”

Rosangela Souza, sócia-diretora da Companhia de Idiomas.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Yoani e Isadora: há liberdade de expressão nas mídias sociais?

por Acácia Lima*

O poder das mídias sociais e suas consequências no mundo real foram, mais uma vez, alvo de discussão. A visita da jornalista e blogueira Yoani Sánchez e a página no Facebook da estudante Isadora Faber, de apenas 13 anos, multiplicaram os questionamentos quanto à liberdade de expressão e a democracia brasileira.

Segundo nossa Constituição, "é livre a manifestação do pensamento, exceto por anonimato", e "ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, sendo vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística". Infelizmente, o que temos comprovado com a repercussão dos casos citados é que, falando de Brasil, o povo não está preparado para entender e praticar a verdadeira democracia.

Valendo-se de dois fortes veículos de mídias sociais (blog e Facebook), uma cubana e uma brasileira estão expondo as mazelas de seus países e, de fato, colocando o poder da comunicação e da denúncia nas mãos de pessoas comuns, cidadãos cuja voz estava há muito tempo rouca. Entretanto, por nadarem contra a maré das frases feitas e belas fotos de viagens e festas, presenciamos uma forte onda de protestos, não contra os governos e suas ineficiências, mas contra a coragem de pessoas que se dispõem a lutar por algo que favorecerá uma vida melhor a todos.

A discussão aberta certamente foi positiva, pois, segundo Yoani Sánchez, vivemos num país onde ela considera existir "liberdade democrática e pluralidade". Acostumados a usar as mídias sociais apenas como entretenimento e pouca política, espera-se que o brasileiro, a partir destes eventos, inicie-se em questões cuja importância estenda-se para além da troca de mensagens rotineiras e curiosidades diversas.

Exemplos de sucesso como o site Reclame Aqui, em que consumidores registram suas queixas em relação a produtos e marcas, também tem ajudado a validar a importância do uso das redes sociais e internet como um verdadeiro canal de discussão e comunicação, além de consolidar a cidadania onde o poder é distribuído de maneira democrática.

Assim como a lei Carolina Dieckman, sancionada em 2012 afim de punir o crime eletrônico, foi "empurrada" para aprovação após o ocorrido com a atriz de mesmo nome, esperamos que os protestos que tentaram coibir o discurso pacífico de Yoani Sánchez contra a ditadura e a economia falida de Cuba sejam questionados e levem a uma maior conscientização política. Não podemos também considerar menos importante o trabalho da jovem Isadora Faber que denuncia em sua página no Facebook as péssimas condições da educação em nosso país.

Um eco positivo certamente já está contaminando os brasileiros: esta semana, convocados pelas mídias sociais, jovens de todo o país se reuniram em suas cidades para protestar contra Renan Calheiros. Pouco divulgado pelos veículos tradicionais de comunicação, o movimento parece ganhar força com as hashtags #socorroJoaquim e #STFJulgueRenan. Ganhando força política e social, as mídias sociais cumprem seu papel: enfim, começam a sair da rede para cair nas ruas.

*Jornalista e diretora da YellowA.

SITE: www.yellowa.com.br

terça-feira, 5 de março de 2013

Hugo Chávez (1954 - 2013)


Presidente venezuelano lutava contra um câncer desde junho de 2011 e, após realizar um tratamento em Cuba contra a doença, havia voltado ao país natal em fevereiro deste ano. (Foto: Valter Campanato / ABr)


segunda-feira, 4 de março de 2013

Qual a preocupação dos jovens com o meio ambiente?

 
Enquete realizada pelo Nube, com mais de 1.200 pessoas, aponta que 52,85% têm o hábito de reciclar o lixo diariamente. Já é bom, mas ainda falta muito... (Foto: João Freire / "Extremos" - TV NBR, 2011)

Opinião

"Eu costumo dizer que fotografia é um aprendizado diário. Os veículos onde passei foram minhas escolas. (...) O olho fotográfico se define no cotidiano."

Gervásio Baptista, fotógrafo.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Opinião


"O papel dos pais no desenvolvimento e expressão das diferentes competências do filho é fundamental, e muda a cada etapa de escolaridade. O interesse pelas tarefas de casa do filho demonstra o valor que a família dá aos estudos e ao trabalho escolar, precisando, para tanto, estabelecer laços de apoio e afeto que possam favorecer este processo."

Nívea Fabrício, psicóloga e psicopedagoga.

FARC propõem legalizar cultivo de maconha, da coca e papoula

 
A proposta de legalização do cultivo de maconha, coca e papoula foi apresentada pelo chefe da delegação de negociadores das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Iván Márquez. A guerrilha negocia a paz em Cuba com representantes do governo colombiano. (Foto: Internet / Divulgação)