sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Opinião

"O cozinheiro e o dançarino compartilham um mesmo ideal, movimento e criatividade, a busca pelo movimento perfeito e excelência técnica na sua paixão pela arte. (...) O foco, antes, era muito na preparação. Queremos evitar a robotização. Buscamos mais criatividade e improvisação."

Jérôme Bocuse, chef de cozinha.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Opinião

"Com a internet, o processo de compartilhamento das redes, toda a evolução do computador pessoal e o barateamento de ferramentas tecnológica, você permite que as pessoas, com ferramentas muito simples, com muito poucos recursos, consigam criar coisas, que é toda essa história da inovação de garagem."

Gabriela Augustini, especialista em inovação digital.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

A transformação do mercado de trabalho pela mulher

por Claiton Fernandez*

Durante muitas gerações, tudo o que se esperava de uma mulher era que ela ficasse em casa e cuidasse do lar. Trabalhar fora era sinal de extrema pobreza e condição inaceitável aos olhos da família. Ao longo da história, a transformação desse ideal corresponde a uma das principais evoluções da sociedade moderna.

Dos anos 70 para cá, a diferença é gritante, as mulheres ganharam força e poder econômico, tornaram-se responsáveis por transformações culturais e mercadológicas, desempenhando as mais diversas atividades profissionais e diluindo o preconceito.

Mas, o que aconteceu no decorrer dessa longa e sofrida história para que se operasse tal transformação? A conquista do mercado de trabalho representou para a mulher um extenso percurso de suor e vitórias, e a evolução histórica de suas profissões e atividades talvez possa esclarecer melhor os bastidores dessa luta.

Nesse contexto, às vésperas da Revolução Industrial, a mulher das camadas populares foi submetida à produção fabril – divisor de águas na história das profissões femininas. A Era Industrial incorporou subalternamente o trabalho da mulher no mundo da fábrica, aproveitando suas facilidades com o manejo de tecidos e separando, definitivamente, as atividades domésticas do serviço remunerado fora do lar.

Durante todo o século XVIII, as perspectivas de trabalho para as mulheres se expandiram, mas, em decorrência do alto contingente de operárias, os salários baixaram ainda mais. Da parte dos homens, temia-se que a "intrusão" feminina resultasse numa queda salarial para todas as classes trabalhadoras. Não faltou quem as acusasse de roubar seus postos de trabalho.

Essa abertura do mercado desenvolveu a versatilidade e a flexibilidade de funções no perfil da mulher, visível ainda hoje em suas relações sociais. Em seu itinerário, ficaram acumulados os afazeres do lar e as atribuições do cargo nas fábricas. A ela cabia, agora, cuidar da prole, das obrigações domésticas e também do trabalho remunerado, acúmulo que positivamente influiu em seu caráter ousado e independente. No decorrer da história, a mulher se mostrou peça fundamental tanto no âmbito familiar quanto nas relações profissionais do mercado.

A grande conquista feminina no mercado de trabalho ocorreu somente com o início da Segunda Guerra Mundial, quando as mulheres se tornaram uma importante mão-de-obra para as nações europeias. A indústria bélica não poderia parar e ficou a cargo de muitas mulheres a fabricação de peças para armas, tanques e aviões.

 
É verdade que essa pedra estava longe de encerrar o preconceito e superar as antigas contendas. Ainda assim, a mulher se firmava a cada ano como peça fundamental do mercado, assumindo profissões tidas como predominantemente masculinas. Já foi o tempo em que a mulher que trabalhava como motorista de ônibus, árbitra esportiva ou mestre de construção civil causava choque na sociedade. Elas hoje estão em praticamente todas as áreas: na engenharia da computação, aeronáutica, polícia militar, política, no futebol, dentre outras tantas.

Os anos 90, em particular, foram muito favoráveis para o fortalecimento da mulher profissional. Nessa década, a mulher viu aumentar o seu poder aquisitivo, seu nível de escolaridade e conseguiu reduzir ainda mais a diferença salarial em relação aos homens. Hoje, o número de mulheres com formação universitária ultrapassa o saldo masculino. Elas estão crescendo cada vez mais no mercado de trabalho, conquistando lideranças e já assumem o comando das famílias.

As diversas alterações nos padrões culturais e valores referentes aos papéis familiares ao longo da história, intensificadas pelos movimentos feministas que impactaram os anos 70, resultaram no perfil da mulher atual, a cada dia mais produtiva, criativa e independente. O seu sucesso neste ambiente tão competitivo e hostil é resultado direto de sua vitalidade, competência, vigor e persistência na conquista de seu espaço.

*Palestrante, consultor e educador.
 

É momento de refletir sobre nossas escolhas

por Erik Penna*

"O tempo é a única riqueza que é distribuída igualmente por todos os homens". (Saint-John Perse)

Certa vez uma mulher saiu para um passeio e enquanto caminhava pela floresta carregando seu filho no colo, se preocupou ao notar que não se lembrava mais do caminho de volta. Além disso, a fome e a sede já incomodavam bastante. Neste instante, ela se deparou com uma caverna mágica de onde saía uma voz que dizia: "Entre, seja bem-vinda! Esta caverna é mágica, aqui dentro há maravilhas. Tudo que há de bom neste mundo pode-se encontrar aqui".

A mulher ficou interessada e, adentrando na caverna, ficou boquiaberta com tantas coisas que viu e perguntou: "Posso pegar tudo o que eu quiser?" E escutou a resposta que dizia: "Sim, você pode pegar o que conseguir levar para fora da caverna, mas preste atenção: você só terá cinco minutos. Ao findar esse tempo, a porta fechará e nunca mais abrirá".

Ela olhou para o relógio e prontamente começou a correr para pegar o que mais lhe interessava. Como estava com muita fome, logo avistou um pote com muita comida, iguarias finas e rapidamente o levou para fora.

Voltou para dentro da caverna e, como a sede já era grande, abraçou um galão grande cheio de água e o empurrou ligeiramente para fora, a fim de ganhar mais tempo para pegar outras coisas.

Ao retornar à caverna, seus olhos brilharam quando viu uma caixa cheia de roupas de grife, mantimentos para casa e a chave de um carro zero quilômetro. A caixa era extremamente pesada, mas ela conseguiu carregá-la para fora, garantindo assim, o direito de levá-la para casa.

Por fim, de olho no relógio, viu que lhe restavam apenas poucos segundos. Rapidamente entrou na caverna pela quarta e última vez e, ao se deparar com um saco cheio de joias, moedas de prata, diamantes e barras de ouro, percebeu que seria ainda mais difícil transportá-lo. Mas ela, num esforço sobrenatural, conseguiu empurrar o saco pra fora da caverna e, imediatamente ao sair, viu a porta da caverna se fechar.

A mulher estava bem cansada, sentou-se para verificar suas conquistas e, aparentemente realizada, começou a admirar as preciosidades que havia conquistado. Com um sorriso enorme no rosto, fitou os olhos no pote de comida, no recipiente com água, nas roupas de grife, na chave do carro, na prata, nos diamantes e no ouro. Neste momento começou a procurar o seu filho, quando então percebeu, em desespero, que o tinha esquecido dentro da caverna.

Este texto, inspirado na estória de Frances Jenkins Olcott, é oportuno nesse final de ano, quando costumamos "fechar para balanço" e refletir sobre as escolhas que fizemos durante o ano. Analisamos, principalmente, como temos equilibrado o tempo destinado à parte profissional e pessoal.


Uma matéria da revista Época Negócios, de setembro 2014, apontou a decisão de um grande executivo Mohamed El-Erian, internacionalmente reconhecido por seu trabalho numa empresa de investimento, que decidiu deixar o cargo de CEO na empresa por causa de uma carta que recebeu da sua filha de 10 anos.

Imagine: na cartinha, a menina enumerou os 22 grandes acontecimentos da vida dela em que o pai não havia participado, por causa da agenda dele sempre cheia de compromissos profissionais. Ela registrou as ausências do pai em eventos significativos para ela como: no primeiro dia de aula na escola, no desfile de Halloween, no primeiro jogo de futebol e em muitos recitais.

A pergunta é: Será que estamos alinhando o que falamos com o que de fato fazemos?

Eu penso que sempre encontramos tempo para o que julgamos realmente importante para nós. A vida é muito mais do que acumular riquezas materiais. É importante saber que a nossa família precisa de nós. Não há dinheiro que pague o amor, o carinho e o tempo a eles destinados. Algumas pessoas deixam para fazer isso sempre amanhã e, em alguns casos, já é tarde demais.

É evidente que precisamos trabalhar, ultrapassar as metas, superar desafios e promover nosso crescimento profissional, mas não devemos perder o foco e esquecer as pessoas que amamos. É necessário termos em mente o tempo que reservamos ao que é, de fato, importante para nós e buscarmos continuamente o equilíbrio. Afinal, a virtude está no caminho do meio e o verdadeiro sucesso é ser feliz.

Estou certo de que nenhum sucesso profissional compensa o fracasso familiar!

*Economista, especialista em vendas, consultor, palestrante e escritor.
 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

World faith leaders signed Declaration to eradicate modern slavery

Vatican City – Today, on the International Day for the Abolition of Slavery, the Global Freedom Network (GFN) has brought together leaders of the Christian Catholic, Anglican and Orthodox, as well as Buddhist, Hindu, Jewish and Muslim faiths who have jointly declared one common humanitarian endeavour: To eradicate modern slavery by 2020 throughout our world and for all time as a crime against humanity.

In a ceremonial act, a Joint Declaration of Religious Leaders against Modern Slavery was signed by:

• Catholic: Pope Francis

• Hindu: Her Holiness Mata Amritanandamayi (Amma)

• Buddhist: Zen Master Thich Nhat Hanh (Thay) (represented by Venerable Bhikkhuni Thich Nu Chan Khong) 

• Buddhist: The Most Ven. Datuk K Sri Dhammaratana, Chief High Priest of Malaysia 

• Jewish: Rabbi Dr. Abraham Skorka

• Jewish: Rabbi Dr. David Rosen

• Orthodox: His All-Holiness Ecumenical Patriarch Bartholomew (represented by His Eminence Metropolitan Emmanuel of France)

• Muslim: Mohamed Ahmed El-Tayeb, Grand Imam of Al-Azhar (represented by Dr. Abbas Abdalla Abbas Soliman, Undersecretary of State of Al Azhar Alsharif)

• Muslim: Grand Ayatollah Mohammad Taqi al-Modarresi 

• Muslim: Grand Ayatollah Sheikh Basheer Hussain al Najafi (represented by Sheikh Naziyah Razzaq Jaafar, Special advisor of Grand Ayatollah)

• Muslim: Sheikh Omar Abboud

• Anglican: Most Revd and Right Hon Justin Welby, Archbishop of Canterbury
 
Common commitment to inspire spiritual and practical action by all world
faiths and people of goodwill everywhere to eradicate modern slavery.

This is the first time in history that the leaders of the Christian Catholic, Anglican and Orthodox, as well as Buddhist, Hindu, Jewish and Muslim faiths have come together to jointly declare one common endeavour against slavery.

Joint Declaration of Religious Leaders against Modern Slavery:

"We, the undersigned, are gathered here today for a historic initiative to inspire spiritual and practical action by all global faiths and people of good will everywhere to eradicate modern slavery across the world by 2020 and for all time.


In the eyes of God*, each human being is a free person, whether girl, boy, woman or man, and is destined to exist for the good of all in equality and fraternity. Modern slavery, in terms of human trafficking, forced labour and prostitution, organ trafficking, and any relationship that fails to respect the fundamental conviction that all people are equal and have the same freedom and dignity, is a crime against humanity.
We pledge ourselves here today to do all in our power, within our faith communities and beyond, to work together for the freedom of all those who are enslaved and trafficked so that their future may be restored. Today we have the opportunity, awareness, wisdom, innovation and technology to achieve this human and moral imperative."
 
*The Grand Imam of Al Azhar uses the word "religions". 
 
For more information please visit: http://www.globalfreedomnetwork.org.  

A inteligência emocional no mercado de trabalho

por Claiton Fernandez*

Já há algum tempo o mercado de trabalho percebeu que mais do que a formação, a inteligência e o grau de especialização, o que faz um profissional ser competente é a maneira como ele lida consigo mesmo e com os outros.

O que se observa, no entanto, é que a maioria das pessoas não sabe administrar os próprios sentimentos de forma a ter sucesso tanto nos negócios como nos relacionamentos pessoais.

Por isso, estudos sobre a inteligência emocional (IE) ganharam grande importância. A boa notícia é que é possível aprimorar a capacidade de lidar com as nossas emoções e com as dos outros, o que se torna fundamental especialmente quando as divergências provocam reações estressantes.


E como podemos definir IE? Para Mayer, Caruso & Salovey (2.000, p.267) é a "...habilidade para reconhecer o significado das emoções e suas inter-relações, assim como raciocinar e resolver problemas baseados nelas. A IE está envolvida na capacidade de perceber emoções, assimilá-las com base nos sentimentos, avaliá-las e gerenciá-las".

Neste sentido, a primeira avaliação científica da IE foi feita em 1997 pelo psicólogo Bar-On com a criação do EQ-I. Contudo, a ferramenta ganhou uma versão mais completa em 2011, o EQ-I 2.0, focalizada no mundo do trabalho e que proporciona cinco dimensões de análise da IE:

1. Auto percepção: revela o nosso eu interior, mensura nossa autoestima, autorealização e consciência emocional; auxilia-nos a compreender quando, como e porque diferentes emoções impactam nossos pensamentos e ações.

2. Autoexpressão: indica como expressamos sentimentos, pensamentos e crenças; aqui temos em foco a expressão emocional, o grau de assertividade e a nossa independência.

3. Interpessoal: avalia o quanto somos capazes de desenvolver e manter nossas relações interpessoais, qual o nosso grau de empatia pelas pessoas e o quanto nos importamos em cultivar a responsabilidade social.

4. Tomada de decisões: avalia a solução de problemas, o teste da realidade e o controle dos impulsos. Achamos soluções quando fortes emoções estão envolvidas? Mantemos a objetividade vendo as coisas como realmente são? Somos explosivos e imprevisíveis ou conseguimos manter a compostura e toleramos bem as frustrações?

5. Gerenciamento de stress: o mundo do trabalho é feito de mudanças, circunstâncias desconhecidas e imprevisíveis; diante isso, cada um tem diferentes maneiras de enxergar o futuro. Nesta dimensão está em jogo o grau de flexibilidade, tolerância ou stress e otimismo.

É necessário evidenciar onde está o desequilíbrio destas dimensões, ajudando na adequação das exigências da vida. Como lidamos com emoções, a felicidade não pode ser esquecida, sendo importante zelar pelo bem estar e a saúde emocional da empresa.

Por que então o mercado de trabalho tem se interessado tanto pela IE? A resposta pode estar relacionada com a suposição de que pessoas com melhor gerenciamento das próprias emoções são aquelas que provavelmente são mais bem sucedidas no mercado de trabalho e apresentam melhor qualidade de vida.

*Palestrante, consultor, escritor e educador.
 

Opinião

"Atuação precisa de ação. É divertido porque é atlético e requer timing, um tom certo. Sempre estou aberto a sequências de ação. Isso é o que gosto em atuar: o fato de você precisar de uma ação forte. Se você não se doa por completo, tudo fica mecânico e seco, mas se você se joga demais, as pessoas podem se machucar."

Willem Dafoe, ator.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Crise entre os sócios? A comunicação na solução de conflitos profissionais

por Thiago Ermano*
 
No mundo do empreendedorismo é muito comum ouvir histórias de executivos que já tiveram – ou têm – conflitos constantes com seus sócios. Os motivos são diversos, no entanto, as razões quase nunca se justificam e acabam por prejudicar a imagem dentro e fora da empresa. Mas é possível solucionam os conflitos, manter um "casamento" profissional e restabelecer a harmonia e o andamento dos negócios? Com certeza, sim! Por mais que dicas não consigam solucionar 100% dos problemas entre sócios, ao menos, podem ajudá-los a evitar impasses desnecessários. Observe:
 
Não desista, aprenda com seu sócio! Como ninguém nasce empreendedor, entenda que estamos em constante formação profissional (e pessoal) e somos influenciados pelo ambiente, que também modifica cada um de nós diariamente. Como líder, você terá que infinitas vezes ponderar se os erros devem ser relevados ou não. Por isso, uma dica importante: estude o comportamento de seu par e busque compreender os pontos de vista dele sobre o mundo e sobre os negócios. Utilize as informações para perceber os pontos fracos e pontos fortes do sócio e coloque em prática o aprendizado sobre a personalidade dele.
 
Já elaborou um Job Description? Se você acredita que trabalha mais do que seu sócio ou é acusado de trabalhar menos, outro passo importante é definir "quem é quem" na empresa. Quem tem mais habilidades e é bem aceito na gestão da empresa? E diante dos funcionários, dos clientes e parceiros? Colha as opiniões e percepções dos atores em torno do negócio. Uma pesquisa com até 10 perguntas pode nortear quem tem mais afinidade com cada área. Caso o sócio não seja qualificado para aquela função, nasce uma ótima oportunidade de capacitá-lo para melhorar o perfil gestor dele.


Análise do passado x presente: A divisão natural das responsabilidades tende a acontecer quando cada sócio cuida do que ou de quem gosta. Você deixaria um sócio engenheiro assumir o departamento jurídico? Tecnicamente não é aconselhável. No entanto, o sócio-executivo pode assumir-se como o porta-voz da empresa e intermediar o relacionamento com um especialista em Direito (parceiro), atuando em parte da gestão da empresa. Você ou seu sócio tem mais facilidade com a condução e delegação de tarefas da equipe? Qual dos dois atende diretamente seus clientes? Observem cada ponto, anote e sugira as mudanças antecipadamente ao sócio – evite surpreendê-lo e submeta às ideias dele, para complementar o que pensa a respeito dos temas indicados por você.
 
Não deu certo! Busque intermediário: Bons gestores à frente de negócios aprendem a mediar conflitos internos. Mas há limites! Após tentar diversas técnicas ou contato sem êxito com o sócio, uma solução está em trazer para próximo um consultor “intermediário” de Comunicação Interna. Este ator terá como função observar comportamentos e ações realizadas pelos gestores e equipes e gerar novas dinâmicas de informação, a fim de melhorar o ambiente de trabalho de ambos. Um bom coach ou especialista em Comunicação pode auxiliar neste processo para deixar o fluxo informacional mais prático. Uma alternativa para solução de conflitos entre sócios que precisam reduzir o stress gerado pelo excesso de conflitos no ambiente de trabalho.

Em que fase do relacionamento com o sócio você está? Independentemente da fase, entenda que melhorar o contato com seu par profissionais trará melhorar sensíveis mudanças (positivas) para ele, para você e para toda a cadeia em torno de sua empresa. Aposte na Comunicação – uma poderosa ferramenta de solução de crises.

*Jornalista.
 

Opinião

"Nenhuma expressão criativa de valor artístico foi jamais realizada por ex-alcoólatras ou ex-viciados em drogas."

Lars von Trier, cineasta.

Opinião

"Dispomos hoje de recursos incríveis que o mercado nunca teve. As informações sobre os consumidores e as formas de engajá-los são ferramentas que um homem de marketing só pode agradecer. Essa generosidade de meios e informações para trabalhar uma campanha empurra a publicidade para a inovação e para a criação. Nesse caminho, as agências de publicidade precisam ter nas suas equipes engenheiros e recursos humanos de outras naturezas. Elas não podem mais se restringir aos publicitários."
 
Nizan Guanaes, publicitário.